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Capítulo 10.
Remédios. Eu agora venho para os últimos e mais importantes meios que temos para enfrentar doenças do coração, ou doenças de qualquer tipo – quero dizer os poderes dos remédios. A crença popular no poder das drogas para curar gente doente é inerradicável; e todos os esforços de uma cética Faculdade de Medicina para provar que as drogas não podem “curar”, e que tudo que a Faculdade pode fazer é “tratar” pacientes, não tem tido outro efeito senão o de levar a mente desperta a procurar por aqueles que têm algo mais encorajador para oferecer. A crença popular está bem fundamentada: o ceticismo da Faculdade é o resultado de uma educação unilateral que tem tido o efeito de fechar sua visão mental para todas as possibilidades que não são sonhadas na filosofia das escolas. Que as drogas curam tem sido provado de novo e de novo por milhões de experiências, algumas acidentais, algumas sob o comando da ciência. O ponto a ser lembrado é que drogas não curam doenças, mas pacientes. Às vezes me perguntam se “há alguma cura para o câncer”; Ao que respondo “não há droga que cure o câncer de todos os doentes; mas muitos casos têm sido curados por uma ou mais drogas”. Cada paciente deve ser tratado de acordo com as características de seu caso particular, e é exatamente aqui que a ciência e a arte da medicina entram. A razão pela qual quase todas as “curas” que são introduzidas na prática da velha escola desaparecem do arsenal da velha escola depois de uma carreira muito breve, não é porque estas não têm valor curativo, mas porque aqueles que as introduzem encaram-nas como “específicas” para certas “doenças” e não têm ideia de definir as indicações precisas para seu uso. Por algum feliz acaso a primeira série de pacientes em que eles tentam a droga apresentam as indicações próprias para seu uso – seus casos estão em relação homeopática com a droga, para resumir, - e eles são curados. O alopata não sabe nada a este respeito e procede a dar a droga para um número de outros pacientes que têm a “doença” chamada pelo mesmo nome que aquela que os primeiros pacientes tinham, mas sem apresentar as mesmas características indicações, e a droga falha em fazer bem. Então é posta de lado como não confiável e inútil até que algum disposto homeopata a recolhe e a “prova”, identificando seus sintomas característicos, deste modo. Assim a droga toma seu lugar na Matéria Médica homeopática como valioso e acreditado implemento da arte e da ciência da cura. O que é ação curativa sobre a doença, de acordo com a concepção hahnemanniana ( e eu ainda não achei uma melhor, ), é uma mudança dinâmica ou como-espiritual, no princípio vital do organismo ou de algum particular órgão ou tecido.
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